A MISTERIOSA SUBIDA DO DÓLAR.
Agora dá para entender as razões pelas quais a cotação do dólar está sendo
puxada para cima. Há menos de um mês, o índice do dólar frente às
principais moedas era de 72. Hoje está em 87, contrariando tudo que seria possível
no quadro financeiro atual.
As razões: (Nos bastidores do G-20 está sendo redesenhada a estrutura
financeira mundial)
G-20: TODAS AS MOEDAS SERÃO DESVALORIZADAS.
Pela proposta da fixação do ouro a 10.000 dólares a onça, o fator seria 12
po l, significando que serão necessárias doze unidades da nova moeda para
equivaler um dólar atual.
Haverá três moedas de reserva: novo dólar, novo euro, e a moeda pan-asiaática.
O yuan chinês sobrevive, mas fixo a uma cesta das três novas moedas. Acaba a
flutuação das moedas mundialmente e acaba a volatilidade dos mercados.
Este sistema acaba com a possibilidade de paralisação da Grande Depressão, na
medida em que joga doze vezes mais dinheiro no sistema. Mas Estados Unidos e
Europa continuarão com crescimento negativo. Novos nomes serão dados às
moedas por motivos psicológicos.
As atuais dívidas serão reduzidas para um doze avos, e os credores compensados
via fiscal.
O FMI cuidará das adaptações junto aos bancos centrais, e é aí que reside o
perigo para o Brasil, pelo histórico de suas regulações paralisadoras da
economia
CAPITAIS TROCAM
DE LADO
Já
a partir do mês de dezembro o fluxo de capitais troca de lado, saindo do
dólar, que deixa de ser moeda de reserva, para se fixar no eixo
China-Japão.
A
decepcionante escolha do secretariado do Obama, fixado em figuras manjadas
da carcomida estrutura americana, arquitetos
do atual caos financeiro mundial, prenunciando a repetição dos erros e
métodos que levaram o mundo à maior crise financeira de todos os tempos,
precipitará a radical guinada, antes mesmo da posse do nove presidente
americano.
A
pronta resposta chinesa à crise, destinando mais de meio trilhão de
dólares, das suas reservas de quase dois trilhões, para aplicação na
infra-estrutura do país e moradia popular para alcançar por igual toda a
nação, mantendo para os próximos dez anos o ritmo de crescimento antes
dado pelas exportações, revela um longo planejamento e conhecimento
profundo da economia mundial.
A
estrutura industrial do Japão e a transferência de tecnologia feita do
ocidente para a China asseguram o sucesso do mercado regional descolado da
crise em que se afunda o ocidente.
Dos
países do BRIC, o Brasil, embora distante, terá como colocar suas
exportações, porque necessárias neste contexto de demanda na infra-estrutura
e consumo de alimentos.
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